Más allá de la crítica y la novedad: lo que los colectivos enseñan sobre los límites de la democracia
DOI:
https://doi.org/10.21142/DES-1804-2026-0084Palabras clave:
Colectivos, movimientos sociales, democracia, inclusión, participaciónResumen
El artículo analiza movilizaciones sociales contemporáneas denominadas colectivos, con el objetivo de identificar qué hay de novedoso en estas formas de organización. Se sostiene que su novedad no radica en su carácter reciente ni en su clasificación, sino en la capacidad de estas movilizaciones para revelar los límites de la democracia y señalar posibilidades para su perfeccionamiento. La investigación adopta un enfoque cualitativo y se basa en la sistematización de información sobre colectivos disponible en redes sociales. Los resultados indican que estas organizaciones ponen de manifiesto la insuficiente diversidad en las instancias de toma de decisiones, dado que los espacios de poder no reflejan la composición de la población. Al mismo tiempo, señalan posibilidades de transformación al reivindicar la inclusión de grupos más expuestos a situaciones de opresión social en los procesos de toma de decisiones. Como contribución al campo, el artículo propone comprender estas movilizaciones a partir de lo que permiten identificar sobre la democracia, sosteniendo que la incorporación de la diversidad en las instancias de toma de decisiones constituye una condición para su perfeccionamiento.
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