Experiencias de juventudes rebeldes y reveses políticos en el Brasil contemporáneo: desde las Jornadas de 2013 hasta el auge de la extrema derecha.

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.21142/DES-1804-2026-0089

Palabras clave:

Movimiento juvenil, formación política, movimientos de protesta, democracia

Resumen

Este artículo analiza datos de investigaciones recientes que revelan las experiencias, los recuerdos y las trayectorias educativas y políticas de adolescentes y jóvenes activos en movimientos sociales progresistas en Brasil durante la década de 2010. Su objetivo es analizar cómo estos adolescentes y jóvenes vivieron los recientes reveses a la democracia representativa brasileña, entre los que destacan la represión de las acciones colectivas, las derrotas, la judicialización y criminalización de estos movimientos, y el impacto del crecimiento de la ultraderecha. La metodología empleada consiste en la interpretación de entrevistas semiestructuradas realizadas a jóvenes que participaron en los movimientos sociales investigados en estos estudios. Los resultados resaltan que estas experiencias juveniles constituyen un importante contrapunto al intenso proceso de subjetivación política vivido dentro de estos movimientos. Este contrapunto se expresó a través de traumas personales y las dificultades para mantener la vida colectiva. Se concluye que, a pesar de varias derrotas, las luchas y la resistencia de esta juventud rebelde fueron fundamentales en la defensa de la democracia representativa brasileña.

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Biografía del autor/a

  • Luís Antonio Groppo, Universidade Federal de Alfenas. Alfenas, Brasil

    Professor Associado da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG). Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Publicado

2026-10-07

Cómo citar

Experiencias de juventudes rebeldes y reveses políticos en el Brasil contemporáneo: desde las Jornadas de 2013 hasta el auge de la extrema derecha. (2026). Desde El Sur, 18(4), e0089. https://doi.org/10.21142/DES-1804-2026-0089